quarta-feira, 9 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Está dito
"Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.
Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro.
Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso.
Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós"
Por Fernando Alvim, aqui
Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro.
Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso.
Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós"
Por Fernando Alvim, aqui
quinta-feira, 3 de março de 2011
Tenho o corpo todo partidinho
Graças a sessão de treino de ontem. Ui que até para tomar banho foi uma dificuldade.
Pode parecer masoquista mas eu até gosto dessa dorzinha de missão cumprida.
Hoje há mais.
Pode parecer masoquista mas eu até gosto dessa dorzinha de missão cumprida.
Hoje há mais.
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Uau!
Saí agora da minha reunião de avaliação. Não me lembrava de ter uma avaliação TÃO boa.
E com boas perspectivas de futuro. A ver vamos...
Obrigada chefinha.
E com boas perspectivas de futuro. A ver vamos...
Obrigada chefinha.
Os meus vizinhos são simpáticos
Domingo. 15h30 mais coisa menos coisa. Toca a campainha e eu fiquei a pensar quem seria aquela hora. Abro a porta e a minha frente está uma rapariga a sorrir, simpática que só ela e apresenta-se como minha vizinha. Disse que estave fora em viagem com o marido mas que agora estava de volta.
Eu, que nunca tinha apanhado vizinhos destes, fiquei de boca aberta e só passados uns segundos é que lembrei de apresentar-me. Trocámos dois dedos de conversa e fiquei com a sensação que posso ter ali uns vizinhos supimpas a um passo da porta de casa.
Foi muito agradável. A menina agradece a gentileza e espera em breve retribuir a delicadeza.
Eu, que nunca tinha apanhado vizinhos destes, fiquei de boca aberta e só passados uns segundos é que lembrei de apresentar-me. Trocámos dois dedos de conversa e fiquei com a sensação que posso ter ali uns vizinhos supimpas a um passo da porta de casa.
Foi muito agradável. A menina agradece a gentileza e espera em breve retribuir a delicadeza.
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