quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mine!

Onde andas casaco?

Eu normalmente não escolho a roupa no dia anterior. Não tenho paciência. Até porque das vezes que fiz isso correu mal. Parece que ficava sempre mal.
Por isso, de manhã durante o banho idealizo o quero vestir.

E quando o que queremos vestir afinal, ainda está no cesto da roupa por lavar, ou na pilha de roupa para passar? Aí é ter de arranjar uma outra combinação mas sempre com uma sensação de frustração.

Hoje foi diferente. Uma experiência nova. Na hora de sair de casa e já com um atraso enorme em cima, eis que o casaco do meu fato preto desapareceu. Escondeu-se, esfumou-se, sumiu no infinito. Eu sei lá. O que eu sei é que não houve meio de o encontrar.

Revirei a casa de pernas para o ar e nada.

Tive de vestir um casaquinho de malha para compor a coisa. Mas fiquei a espumar por não encontrar o dito.

Vou chegar a casa e vou verificar tudo, tudinho novamente a espera de encontrar. E também vou ter de arrumar tudo, tudinho que deixei fora do lugar.

Ai a minha vida...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Gym@Lunch

Pois que lá fomos nós. Os 3. Fazer body pump.

Uma dizia que desmaiava na aula quando tivesse de levantar os pesos acima da cabeça. O outro dizia que tinha dores nas costas, qual múmia paralítica.

O que é certo é que correu tudo muito bem. Não houve desmaios, não houve travadinhas e a aula fez-se às mil maravilhas. Com suor e sacrifício, é certo, mas não se conseguem resultados sem esforços.

Pior mesmo foi quando fomos apanhar o metro para voltar ao trabalho. Avariado. Conclusão: mais 20 minutos a andar até chegar ao trabalho.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

Transportes

Há 12 anos que trabalho em Lisboa e a maior parte deste tempo desloquei-me essencialmente de carro. Por vários motivos, pelo conforto de estar num espaço meu, pela comodidade de poder ir a hora de almoço a qualquer lugar, por saber que podias sair mais tarde sem ter de me preocupar com horários de transportes. E sei lá mais quantos motivos podia enumerar.

Agora com o custo do combustível a subir para preços exorbitantes, com o cada vez maior problema de estacionamento em Lisboa, com o stress que acumulo por causa do trânsito e também por causa das chatices que frequentemente tenho com a EMEL, estou seriamente a ponderar começar a utilizar os transportes públicos, o que mudará radicalmente o meu dia-a-dia.

Não sei se para pior, não sei se para melhor. Para já estou a pesar os pratos na balança. São coisas pequenas o que me faz pensar duas vezes, tais como: e se quiser ir sair para almoçar a casa dos meus pais, ou para uma horinha de namoro, ou para ir fazer umas compras? E se me atraso e não apanho o transporte a tempo e chego tardíssimo ao trabalho? E se deixo de conseguir ir ao ginásio ao fim do dia por causa dos horários? E como é que ando nos meus saltos a correr de um lado para o outro para não perder o metro/autocarro...? E como é que ando com o portátil pesado para cá e para lá?

São efectivamente preocupações que com algum sacrifício e organização consigo ultrapassar. Mas tenho de me convencer primeiro.

quinta-feira, 31 de março de 2011

É tudo uma questão de escolha

Hoje logo pela manhã, aconteceu-me uma coisa que me deixou triste. Senti-me desvalorizada. Abandonada se quiser exagerar a coisa.

Sei que haviam motivos que explicam a situação, mas quando estamos mais sensíveis não conseguimos ver o todo, mas apenas a parte que nos afecta.

Hoje a forma como me vou sentir perante esta situação sou eu que vou escolher. E buscando a história do Lobo Mau, Lobo Bom, eu hoje escolho o Lobo Bom.

quarta-feira, 23 de março de 2011

PEC 4

É hilariante, para não dizer revoltante, ouvir o debate na Assembléia da República. Chega a roçar o indecente e ridículo. Em vez de estararem a discutir propostas para resolver a situação, está a decorrer um chorrilho de trocas de insultos e acusações. A pavonearem discursos gastos onde a estupidez da disputa está sempre a imperar.

Chega, minha gente! Já chega de tanta mentira, de tanta falsidade. Qual é a diferença entre os vários partidos? Mudam as cores e a corja é a mesma.