Tão bom!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Transportes
Há 12 anos que trabalho em Lisboa e a maior parte deste tempo desloquei-me essencialmente de carro. Por vários motivos, pelo conforto de estar num espaço meu, pela comodidade de poder ir a hora de almoço a qualquer lugar, por saber que podias sair mais tarde sem ter de me preocupar com horários de transportes. E sei lá mais quantos motivos podia enumerar.
Agora com o custo do combustível a subir para preços exorbitantes, com o cada vez maior problema de estacionamento em Lisboa, com o stress que acumulo por causa do trânsito e também por causa das chatices que frequentemente tenho com a EMEL, estou seriamente a ponderar começar a utilizar os transportes públicos, o que mudará radicalmente o meu dia-a-dia.
Não sei se para pior, não sei se para melhor. Para já estou a pesar os pratos na balança. São coisas pequenas o que me faz pensar duas vezes, tais como: e se quiser ir sair para almoçar a casa dos meus pais, ou para uma horinha de namoro, ou para ir fazer umas compras? E se me atraso e não apanho o transporte a tempo e chego tardíssimo ao trabalho? E se deixo de conseguir ir ao ginásio ao fim do dia por causa dos horários? E como é que ando nos meus saltos a correr de um lado para o outro para não perder o metro/autocarro...? E como é que ando com o portátil pesado para cá e para lá?
São efectivamente preocupações que com algum sacrifício e organização consigo ultrapassar. Mas tenho de me convencer primeiro.
Agora com o custo do combustível a subir para preços exorbitantes, com o cada vez maior problema de estacionamento em Lisboa, com o stress que acumulo por causa do trânsito e também por causa das chatices que frequentemente tenho com a EMEL, estou seriamente a ponderar começar a utilizar os transportes públicos, o que mudará radicalmente o meu dia-a-dia.
Não sei se para pior, não sei se para melhor. Para já estou a pesar os pratos na balança. São coisas pequenas o que me faz pensar duas vezes, tais como: e se quiser ir sair para almoçar a casa dos meus pais, ou para uma horinha de namoro, ou para ir fazer umas compras? E se me atraso e não apanho o transporte a tempo e chego tardíssimo ao trabalho? E se deixo de conseguir ir ao ginásio ao fim do dia por causa dos horários? E como é que ando nos meus saltos a correr de um lado para o outro para não perder o metro/autocarro...? E como é que ando com o portátil pesado para cá e para lá?
São efectivamente preocupações que com algum sacrifício e organização consigo ultrapassar. Mas tenho de me convencer primeiro.
quinta-feira, 31 de março de 2011
É tudo uma questão de escolha
Hoje logo pela manhã, aconteceu-me uma coisa que me deixou triste. Senti-me desvalorizada. Abandonada se quiser exagerar a coisa.
Sei que haviam motivos que explicam a situação, mas quando estamos mais sensíveis não conseguimos ver o todo, mas apenas a parte que nos afecta.
Hoje a forma como me vou sentir perante esta situação sou eu que vou escolher. E buscando a história do Lobo Mau, Lobo Bom, eu hoje escolho o Lobo Bom.
Sei que haviam motivos que explicam a situação, mas quando estamos mais sensíveis não conseguimos ver o todo, mas apenas a parte que nos afecta.
Hoje a forma como me vou sentir perante esta situação sou eu que vou escolher. E buscando a história do Lobo Mau, Lobo Bom, eu hoje escolho o Lobo Bom.
quarta-feira, 23 de março de 2011
PEC 4
É hilariante, para não dizer revoltante, ouvir o debate na Assembléia da República. Chega a roçar o indecente e ridículo. Em vez de estararem a discutir propostas para resolver a situação, está a decorrer um chorrilho de trocas de insultos e acusações. A pavonearem discursos gastos onde a estupidez da disputa está sempre a imperar.
Chega, minha gente! Já chega de tanta mentira, de tanta falsidade. Qual é a diferença entre os vários partidos? Mudam as cores e a corja é a mesma.
Chega, minha gente! Já chega de tanta mentira, de tanta falsidade. Qual é a diferença entre os vários partidos? Mudam as cores e a corja é a mesma.
quarta-feira, 16 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
(Ma)Luka
Tu és mesmo cadela da tua dona. É que não podias ser de outra pessoa. O que tens de mimada, tens de carinhosa. O que tens de inteligente, tens de manhosa. Teimosa até mais não. Rafeira cheia de pedigree.
A tua dona cá anda, a tua volta a fazer as habituais figuras tristes a que me obrigas.
Decides sempre fazer cocó em andamento, o que faz com que eu ande de saco plástico atrás dos teus passos para apanhar o que espalhas por todo o lado. Se não queres ir numa direcção, empacas qual mula teimosa, e só sais dali ou ao colo ou se formos na direcção que queres.
É só veres um potencial dador de festinhas, atiras-te para o chão e ficas ali de barriga para cima a espera. E quantas vezes tive de te colocar ao colo para que largasses os pés das pessoas.
Também gostas muito do teu modo surda. A tua dona chama, chama, assobia, chama novamente e tu nada. Principalmente se estiveres a caça de uma lagartixa. Sim, sim... essa parte a dona abomina, quando apareces com uma largartixa na boca, com o rabo pendurado de um dos lados do teu focinho e tu toda contente a trazer a prendinha a dona. Poupa-me bicha! Poupa-me!
Ruim como as cobras, não podes ver outra cadela e queres logo mostrar que domina a área.
Mas vale a pena, vale sempre a pena, porque só tu canita, arrancaste-me boas gargalhadas quando nada me fazia sorrir. Só tu fizeste-me sair da cama e apanhar frio na cara, quando só me apetecia entregar-me a tristeza. Porque apesar das dores que sentes, eu sei que sim, esforças-te para alegrar a toda gente com a tua boa disposição.
És uma das coisas muito boas na minha vida.
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