quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs

Eram 8h da manhã quando ouvi no rádio do carro a notícia. Fiquei incrédula durante largos minutos. O mundo ficou mais pobre. Obrigada Steve.


“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.”

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Feliz dia do animal!

Porque hoje é o vosso dia!

Zico, Nhoke, Guga, Luana, Luka e Miuska vocês estão e estarão sempre no coração da dona!

Rossi, Pepe, Ossie e Rex o vazio que deixaram nunca mais será possível preencher.

Amo-vos. Muito.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Está dito!

"Um puto faz a sua namorada ter ciúmes das outras mulheres. Um Homem faz as outras mulheres terem ciúmes da sua namorada."

Tirado daqui.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

It's true! They're real!

Nosso senhor Jesus Cristo não foi generoso com as minhas pestanas e por isso a cosmética tem dado uma ajudinha preciosa.

Depois de ler aqui, aqui e aqui as opiniões e depois de analisar vários produtos no mercado, decidi experimentar esta máscara:



Efectivamente, o efeito da máscara nas pestanas é muito bom. Ficam longas, espaçadas e espessas. Mais um produto da Benefit que me deixa rendida.

Tenho uns pequenos truques para o efeito de pestanas grandes:

1. Com as pestanas limpas, utilizo o enrolador de pestanas. Por vezes quando tenho tempo, antes de o utilizar, aqueço-o ao de leve com o secador de cabelo. (É preciso cuidado para não aquecer demais e depois queimar a pele sensível dos olhos!)

2. Aplico a máscara em zigue-zague desde a raíz até as pontas

3. Com um lenço de papel retiro o excesso piscando os olhos sobre o lenço

4. Depois da máscara estar seca, utilizo novamente o enrolador e já está!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Como (não) conquistar um homem

Tal como muito boa gente, eu também tive paixões assolapadas e não correspondidas. Entre os 13 e os 20 anos passei por algumas. A essa distância percebo que teve tanto de giro como de ridículo.

Lembro-me do Marcos Augusto da catequese. O sacana gostava da minha irmã mais velha e eu ali tão disponível e ele nada. Depois houve o Marcelo Lima. Era moço para me tirar o fôlego com aqueles olhos verdes enormes. Cada vez que o via, fingia que tinha um ataque de falta de ar. Tudo para ver se ele vinha em meu socorro mas nunca resultou. Na verdade nunca percebi bem como é que tal ideia tão brilhante não teve um final feliz.

Mas o que ficou verdadeiramente marcado na minha memória foi a minha última paixão não correspondida.

Andava eu no 2º ano da faculdade e numa bela tarde, enquanto estava no bar a lanchar, tive o prazer de colocar os olhos em cima de um "deus grego". Um rapaz alto, moreno, de cabelos pretos, usava óculos e tinha aquele estilo intelectual que me deixava ko.

Depois daquela visão convenci-me que aquele moço seria meu. Maldita hora... foram largos meses de "investigações", patetices e atitudes estapafúrdias.

Claro que eu precisava de uma cúmplice e a Filipa, minha colega de faculdade, foi a escolha perfeita. O único problema foi ela também ter-se apaixonado por ele.

Eu fazia de tudo, descobri o nome (mas já não me lembro!), estudei as horas a que ele ia lanchar, descobri quem eram os amigos, as horas que chegava e saía da faculdade, o carro que tinha, o que fazia e onde. Descobri então que ele era investigador no “Laboratório de Caracterização Magnética e Baixas Temperaturas”.

Eu andava tão apanhada que sempre que podia perguntava-lhe os minutos várias vezes por hora, esbarrava nele, quando ele ia para o metro eu ia atrás e ficava na mesma carruagem a piscar os olhinhos para ele, um sem fim de maluquices. Uma vez pedi-lhe para abrir uma garrafa de UCAL. Ele abriu e ficou a olhar para minha cara com ar de: ”Esta gaja é parva”... E quando o apanhava no bar? Era ver-me a maquinar uma forma de me sentar na mesa ao lado dele e dizia alto: “Ah e tal, estou a fazer um programa para calcular baixas temperaturas e caracterização magnética”. Tudo isso para ele ouvir. É claro que eu não percebia patavina o que era caracterização magnética mas achava que estava a fazer uma grande figura. Enfim... a típica melga.

O rapaz fugia de mim a 7 pés.

Vieram as férias de verão, os exames que me ocuparam o tempo e quando as aulas começaram achei que o melhor era mesmo desistir. A Filipa fez o mesmo. A Natasha da secretaria é que o fisgou… não sei como.

Há uns meses vi-o no Vasco da Gama. Já não tinha o mesmo encanto de outrora e trazia um rebento pela mão. Quando ele me viu, olhou-me admirado e pela expressão deve ter achado que agora sim valia a pena. Tenho para mim que ele esboçou um "Olá". Eu fiz-me difícil mas apeteceu-me dizer.. too late, babe :)

Então foi assim...

... fui lá a BodyConcept e a senhora disse que sim, que as minhas banhas estavam boas para serem eletrocutadas, pelo que deveria começar os tratamentos.

Explicou-me o funcionamento da clínica e disse que eu devia comprar mais uns tratamentos porque os tais que comprei não iam resultar sozinhos, precisavam de reforços.

Apalpou-me e tal… achei aquilo estranho, mas enfim… Fiquei contente por saber que a minha celulite não é flácida. É consistente e que tinha umas pernas bonitas que com alguns tratamentos ficariam bem.

Disse-me também que eu devia aproveitar porque o tratamento que é mesmo, mesmo, mas mesmo bom para mim é um que custa a módica quantia de 750€ mas que até dia 15 de Setembro estão com uma promoção para lá de Marrakesh e só custam 270€ (acho eu). Eu disse a senhora que para já ia tentar dar cabo da malvada com os choques, a pressão e o fresquinho.

Saí de lá com a agenda de tratamentos a iniciar em Outubro.

Vamos ver como é que vai ser.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A minha amiga S.

Ela entrou devagarinho na minha vida, pela mão de outro grande amigo meu, o F..

Apresentaram-nos no Verão passado e desde aí aproximamo-nos.

No início achava-a uma fala barato, um bocado mandona e para dizer a verdade sentia que tinha de disputar com ela a amizade do F.

Confesso que fiz queixinhas e refilei por “irmos almoçar sempre onde ela quer”. Resmungava imenso (qual anão da Branca de Neve) quando se atrasavam. Era capaz de fazer sempre o mesmo discurso: “Vocês são sempre a mesma coisa, estou aqui a plantada, pareço uma bananeira”.

Conforme o tempo foi passando, fui aprendendo a gostar dela e dei por mim a sentir falta da companhia quando ela não estava connosco. É verdade que por vezes implicamos uma com a outra, mas logo passa.

Se bem me lembro, começamos a falar de coisas banais: sapatos, roupas e afins… daí até abrir o coração e partilharmos alegrias, tristezas, amores e desamores foi um instante. Sinto-me bem a conversar com ela e digo-lhe coisas que jamais me atreveria a falar com outra pessoa.

Sinto que do outro lado há alguém que me ouve e que tem sempre, mas sempre uma forma positiva de ver as coisas. Faz-me rir, empresta-me o ombro para chorar e esteve comigo num momento muito difícil da minha vida.

A minha amiga S. já passou por muito e já viveu coisas que pensei que já não pudessem existir nos dias de hoje, mas demonstra sempre uma força interior e uma positividade que é difícil de encontrar. Mesmo quando está triste, nunca deixa essa tristeza nos atingir. É sempre com um sorriso aberto e cheia de alegria que ela nos brinda todos os dias. Às vezes por acréscimo vem um: “Como é que está a minha bananeira?”

É uma grande mulher.

Hoje mais uma vez provou como se pode ver o lado positivo de tudo o que nos acontece e como se pode dar a volta sempre por cima.

Obrigada. De coração.