Vamos lá ver se consigo voltar a pôr ordem no estaminé.
Portanto, passaram 2 anos e muita coisa aconteceu. O que for realmente importante e bom, hei-de lembrar, o que não for, há-de ficar no passado que é o lugar certo para coisas sem interesse.
E vai se ver e já é quase Natal. Não tenho lista de prendas. As coisas que gostava de receber informo a quem perguntar.
Até já
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Tenho um ben-u-ron no bucho...
.. a conta dessa dorzinha de dentes que não me deu descanso toda noite.
Sermos grandes é sermos capazes de ajudar alguém
Na quarta vi na televisão o apelo do Carlos Martins por dadores de medula por causa do gravíssimo problema do filho. Aquilo tocou-me muito, revirou-me as entranhas. Ontem recebi um mail de um colega com informações sobre como tornarmo-nos em dadores de medula. E percebi que há muita gente que provavelmente até se inscreveria mas o dia-a-dia consome-nos e por vezes atira coisas muito importantes para o canto. E dizemos: "um dia tenho de me inscrever".
Eu, desde o início deste ano, concretizei o desejo de ser dadora. Há anos que pensava em ser. Mas lá está, dizia sempre "um dia tenho de me inscrever..." e nunca o fazia.
Até o dia em que decidi que não podia adiar mais. Que as desculpas de falta de tempo, de ser longe, do medo da dor, do não ser compatível, do trabalho a mais já não eram desculpas admissíveis.
Inscrevi-me e fui aceite. Foi um processo muito rápido. Em menos de 10 minutos preenchi a ficha, fizeram a recolha de sangue e deram-me toda a informação necessária.
Não vejo a hora de poder ajudar alguém. A sério, depois de nos tornamos dadores, sentimo-nos grandes. Felizes. Fica-se sempre com a esperança de sermos chamados para dar vida a alguém. Sim, porque é disso que se trata. E fazer da nossa existência algo de realmente valioso.
Cada vez mais percebo que se não for por fazer pelos outros, por ajudar, então a nossa vida não vale grande coisa.
Tornem-se dadores. É simples, com uma pequeníssima quantidade de sangue pode-se ajudar a salvar uma vida.
Podem encontrar toda a informação aqui: www.chsul.pt
Eu, desde o início deste ano, concretizei o desejo de ser dadora. Há anos que pensava em ser. Mas lá está, dizia sempre "um dia tenho de me inscrever..." e nunca o fazia.
Até o dia em que decidi que não podia adiar mais. Que as desculpas de falta de tempo, de ser longe, do medo da dor, do não ser compatível, do trabalho a mais já não eram desculpas admissíveis.
Inscrevi-me e fui aceite. Foi um processo muito rápido. Em menos de 10 minutos preenchi a ficha, fizeram a recolha de sangue e deram-me toda a informação necessária.
Não vejo a hora de poder ajudar alguém. A sério, depois de nos tornamos dadores, sentimo-nos grandes. Felizes. Fica-se sempre com a esperança de sermos chamados para dar vida a alguém. Sim, porque é disso que se trata. E fazer da nossa existência algo de realmente valioso.
Cada vez mais percebo que se não for por fazer pelos outros, por ajudar, então a nossa vida não vale grande coisa.
Tornem-se dadores. É simples, com uma pequeníssima quantidade de sangue pode-se ajudar a salvar uma vida.
Podem encontrar toda a informação aqui: www.chsul.pt
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Este acordo ortográfico anda a dar cabo do meu juízo
Na minha empresa a norma agora é escrever sempre ao abrigo do acordo ortográfico. Inclusivé tivemos uma pequena formação para adaptarmo-nos às novas regras.
Por norma sou bastante exigente com a escrita. Não gosto de erros ortográficos. Naturalmente também falho, mas revejo sempre os textos antes de enviar o que quer que seja, um documento, um mail ou mesmo uma simples mensagem de SMS.
Suporto a falta ou enganos de pontuação (eu própria os cometo), mas erros ortográficos é coisa para me deixar realmente enfurecida. Então quando leio, por exemplo, "escreves-te" em vez de "escreveste", ui... fico a espumar.
Isso para dizer, que a conta das regras da empresa, apanho-me vezes sem conta a escrever num português híbrido, isto é, misturo as regras e no mesmo texto consigo escrever palavras ao abrigo do acordo e outras não. Acabo por ter mais trabalho nas revisões e nem sempre consigo apanhar todos os "erros".
A coisa piora quando tenho de escrever mails para fora da empresa. Neste caso, uso o português "convencional". Já tive uma resposta a corrigir os meus supostos erros de português. Tive de explicar à pessoa que não eram erros mas palavras alteradas como resultado do novo acordo ortográfico.
Neste momento, as minhas perguntas são: quando é que consigo definitivamente habituar-me e quando é que o novo acordo entra em vigor para todas as instituições?
Por norma sou bastante exigente com a escrita. Não gosto de erros ortográficos. Naturalmente também falho, mas revejo sempre os textos antes de enviar o que quer que seja, um documento, um mail ou mesmo uma simples mensagem de SMS.
Suporto a falta ou enganos de pontuação (eu própria os cometo), mas erros ortográficos é coisa para me deixar realmente enfurecida. Então quando leio, por exemplo, "escreves-te" em vez de "escreveste", ui... fico a espumar.
Isso para dizer, que a conta das regras da empresa, apanho-me vezes sem conta a escrever num português híbrido, isto é, misturo as regras e no mesmo texto consigo escrever palavras ao abrigo do acordo e outras não. Acabo por ter mais trabalho nas revisões e nem sempre consigo apanhar todos os "erros".
A coisa piora quando tenho de escrever mails para fora da empresa. Neste caso, uso o português "convencional". Já tive uma resposta a corrigir os meus supostos erros de português. Tive de explicar à pessoa que não eram erros mas palavras alteradas como resultado do novo acordo ortográfico.
Neste momento, as minhas perguntas são: quando é que consigo definitivamente habituar-me e quando é que o novo acordo entra em vigor para todas as instituições?
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Quando pensava...
... que as medidas de contenção já bastavam, eis que o nosso PM vem a público dizer que temos de apertar ainda mais o cinto.
E pergunto-me vezes sem conta: haverá alguma solução diferente desta? E será que temos mesmo de continuar a pagar pelo erro dos outros? Será que temos de continuar a sustentar os luxos e caprichos dos nossos políticos?
E pergunto-me vezes sem conta: haverá alguma solução diferente desta? E será que temos mesmo de continuar a pagar pelo erro dos outros? Será que temos de continuar a sustentar os luxos e caprichos dos nossos políticos?
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
That's one small step for [a] man, one giant leap for mankind
E hoje comemora-se o dia em que o mundo ficou mais rico!
Parabéns para mim!
Parabéns para mim!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Foi tão bom...
Ontem possuída por um espírito consumista e com a alegria de estar quase, quase a fazer anos, fui até ao Chiado.
O que eu gosto de andar por lá e ver tanta diversidade de gentes e comportamentos. É lá também que quase sempre tenho uma sensação de que posso tudo e consigo tudo. Não me perguntem porquê. Eu não sei responder.
Bem, voltando ao espírito consumista... Tenho lido alguns blogs que me têm inspirado com alguns looks simples, elegantes e nada dispendiosos.
Entrei em várias lojas, vi, experimentei e trouxe duas peças que vão ser muito felizes comigo. Claro está que muitas outras queriam ter vindo para minha casa, mas não dá para ser tudo ao mesmo tempo. As escolhidas foram:
Agora estou de olho num vestido, numas sandálias, num sapato e numa clutch da Zara. Estou a namorar um vestido de renda preto da Blanco, outro da Mango e mais umas quantas peças da H&M.
Já para não falar na longa paixão que ainda não teve um desfecho feliz:
Há tanta coisa linda pelas lojas. É tudo lá para casa, sff.
O que eu gosto de andar por lá e ver tanta diversidade de gentes e comportamentos. É lá também que quase sempre tenho uma sensação de que posso tudo e consigo tudo. Não me perguntem porquê. Eu não sei responder.
Bem, voltando ao espírito consumista... Tenho lido alguns blogs que me têm inspirado com alguns looks simples, elegantes e nada dispendiosos.
Entrei em várias lojas, vi, experimentei e trouxe duas peças que vão ser muito felizes comigo. Claro está que muitas outras queriam ter vindo para minha casa, mas não dá para ser tudo ao mesmo tempo. As escolhidas foram:
Agora estou de olho num vestido, numas sandálias, num sapato e numa clutch da Zara. Estou a namorar um vestido de renda preto da Blanco, outro da Mango e mais umas quantas peças da H&M.
Já para não falar na longa paixão que ainda não teve um desfecho feliz:
Há tanta coisa linda pelas lojas. É tudo lá para casa, sff.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Rei Roberto
Quando era criança, eu e as minhas irmãs, por culpa da adoração que a minha mãe tinha pelo Roberto Carlos, aprendemos todas as músicas dele. Sabíamos de cor e salteado a ordem dos LPs(que saudades do vinil).
Hoje a propósito da paixonite aguda que estou a sentir pelo meu homem, decidi ir buscar uma delas ao baú. E que bom voltar a ouvir e recordar! Que sau-da-des!
Não quero morrer sem assistir a um concerto do Rei!
Mais tarde actualizo com algumas músicas. Agora em repeat está o Falando Sério...
Hoje a propósito da paixonite aguda que estou a sentir pelo meu homem, decidi ir buscar uma delas ao baú. E que bom voltar a ouvir e recordar! Que sau-da-des!
Não quero morrer sem assistir a um concerto do Rei!
Mais tarde actualizo com algumas músicas. Agora em repeat está o Falando Sério...
Sexta-feira!
Nem com um feriado a meio da semana a coisa passou rapidamente. Que semana mais longa.
Hoje apetece-me:
- Ver um filme e tomar uma caipirinha.
Hoje apetece-me:
- Ver um filme e tomar uma caipirinha.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve Jobs
Eram 8h da manhã quando ouvi no rádio do carro a notícia. Fiquei incrédula durante largos minutos. O mundo ficou mais pobre. Obrigada Steve.
“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.”
“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.”
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Feliz dia do animal!
Porque hoje é o vosso dia!
Zico, Nhoke, Guga, Luana, Luka e Miuska vocês estão e estarão sempre no coração da dona!
Rossi, Pepe, Ossie e Rex o vazio que deixaram nunca mais será possível preencher.
Amo-vos. Muito.
Zico, Nhoke, Guga, Luana, Luka e Miuska vocês estão e estarão sempre no coração da dona!
Rossi, Pepe, Ossie e Rex o vazio que deixaram nunca mais será possível preencher.
Amo-vos. Muito.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Está dito!
"Um puto faz a sua namorada ter ciúmes das outras mulheres. Um Homem faz as outras mulheres terem ciúmes da sua namorada."
Tirado daqui.
Tirado daqui.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
It's true! They're real!
Nosso senhor Jesus Cristo não foi generoso com as minhas pestanas e por isso a cosmética tem dado uma ajudinha preciosa.
Depois de ler aqui, aqui e aqui as opiniões e depois de analisar vários produtos no mercado, decidi experimentar esta máscara:
Efectivamente, o efeito da máscara nas pestanas é muito bom. Ficam longas, espaçadas e espessas. Mais um produto da Benefit que me deixa rendida.
Tenho uns pequenos truques para o efeito de pestanas grandes:
1. Com as pestanas limpas, utilizo o enrolador de pestanas. Por vezes quando tenho tempo, antes de o utilizar, aqueço-o ao de leve com o secador de cabelo. (É preciso cuidado para não aquecer demais e depois queimar a pele sensível dos olhos!)
2. Aplico a máscara em zigue-zague desde a raíz até as pontas
3. Com um lenço de papel retiro o excesso piscando os olhos sobre o lenço
4. Depois da máscara estar seca, utilizo novamente o enrolador e já está!
Depois de ler aqui, aqui e aqui as opiniões e depois de analisar vários produtos no mercado, decidi experimentar esta máscara:
Efectivamente, o efeito da máscara nas pestanas é muito bom. Ficam longas, espaçadas e espessas. Mais um produto da Benefit que me deixa rendida.
Tenho uns pequenos truques para o efeito de pestanas grandes:
1. Com as pestanas limpas, utilizo o enrolador de pestanas. Por vezes quando tenho tempo, antes de o utilizar, aqueço-o ao de leve com o secador de cabelo. (É preciso cuidado para não aquecer demais e depois queimar a pele sensível dos olhos!)
2. Aplico a máscara em zigue-zague desde a raíz até as pontas
3. Com um lenço de papel retiro o excesso piscando os olhos sobre o lenço
4. Depois da máscara estar seca, utilizo novamente o enrolador e já está!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Como (não) conquistar um homem
Tal como muito boa gente, eu também tive paixões assolapadas e não correspondidas. Entre os 13 e os 20 anos passei por algumas. A essa distância percebo que teve tanto de giro como de ridículo.
Lembro-me do Marcos Augusto da catequese. O sacana gostava da minha irmã mais velha e eu ali tão disponível e ele nada. Depois houve o Marcelo Lima. Era moço para me tirar o fôlego com aqueles olhos verdes enormes. Cada vez que o via, fingia que tinha um ataque de falta de ar. Tudo para ver se ele vinha em meu socorro mas nunca resultou. Na verdade nunca percebi bem como é que tal ideia tão brilhante não teve um final feliz.
Mas o que ficou verdadeiramente marcado na minha memória foi a minha última paixão não correspondida.
Andava eu no 2º ano da faculdade e numa bela tarde, enquanto estava no bar a lanchar, tive o prazer de colocar os olhos em cima de um "deus grego". Um rapaz alto, moreno, de cabelos pretos, usava óculos e tinha aquele estilo intelectual que me deixava ko.
Depois daquela visão convenci-me que aquele moço seria meu. Maldita hora... foram largos meses de "investigações", patetices e atitudes estapafúrdias.
Claro que eu precisava de uma cúmplice e a Filipa, minha colega de faculdade, foi a escolha perfeita. O único problema foi ela também ter-se apaixonado por ele.
Eu fazia de tudo, descobri o nome (mas já não me lembro!), estudei as horas a que ele ia lanchar, descobri quem eram os amigos, as horas que chegava e saía da faculdade, o carro que tinha, o que fazia e onde. Descobri então que ele era investigador no “Laboratório de Caracterização Magnética e Baixas Temperaturas”.
Eu andava tão apanhada que sempre que podia perguntava-lhe os minutos várias vezes por hora, esbarrava nele, quando ele ia para o metro eu ia atrás e ficava na mesma carruagem a piscar os olhinhos para ele, um sem fim de maluquices. Uma vez pedi-lhe para abrir uma garrafa de UCAL. Ele abriu e ficou a olhar para minha cara com ar de: ”Esta gaja é parva”... E quando o apanhava no bar? Era ver-me a maquinar uma forma de me sentar na mesa ao lado dele e dizia alto: “Ah e tal, estou a fazer um programa para calcular baixas temperaturas e caracterização magnética”. Tudo isso para ele ouvir. É claro que eu não percebia patavina o que era caracterização magnética mas achava que estava a fazer uma grande figura. Enfim... a típica melga.
O rapaz fugia de mim a 7 pés.
Vieram as férias de verão, os exames que me ocuparam o tempo e quando as aulas começaram achei que o melhor era mesmo desistir. A Filipa fez o mesmo. A Natasha da secretaria é que o fisgou… não sei como.
Há uns meses vi-o no Vasco da Gama. Já não tinha o mesmo encanto de outrora e trazia um rebento pela mão. Quando ele me viu, olhou-me admirado e pela expressão deve ter achado que agora sim valia a pena. Tenho para mim que ele esboçou um "Olá". Eu fiz-me difícil mas apeteceu-me dizer.. too late, babe :)
Lembro-me do Marcos Augusto da catequese. O sacana gostava da minha irmã mais velha e eu ali tão disponível e ele nada. Depois houve o Marcelo Lima. Era moço para me tirar o fôlego com aqueles olhos verdes enormes. Cada vez que o via, fingia que tinha um ataque de falta de ar. Tudo para ver se ele vinha em meu socorro mas nunca resultou. Na verdade nunca percebi bem como é que tal ideia tão brilhante não teve um final feliz.
Mas o que ficou verdadeiramente marcado na minha memória foi a minha última paixão não correspondida.
Andava eu no 2º ano da faculdade e numa bela tarde, enquanto estava no bar a lanchar, tive o prazer de colocar os olhos em cima de um "deus grego". Um rapaz alto, moreno, de cabelos pretos, usava óculos e tinha aquele estilo intelectual que me deixava ko.
Depois daquela visão convenci-me que aquele moço seria meu. Maldita hora... foram largos meses de "investigações", patetices e atitudes estapafúrdias.
Claro que eu precisava de uma cúmplice e a Filipa, minha colega de faculdade, foi a escolha perfeita. O único problema foi ela também ter-se apaixonado por ele.
Eu fazia de tudo, descobri o nome (mas já não me lembro!), estudei as horas a que ele ia lanchar, descobri quem eram os amigos, as horas que chegava e saía da faculdade, o carro que tinha, o que fazia e onde. Descobri então que ele era investigador no “Laboratório de Caracterização Magnética e Baixas Temperaturas”.
Eu andava tão apanhada que sempre que podia perguntava-lhe os minutos várias vezes por hora, esbarrava nele, quando ele ia para o metro eu ia atrás e ficava na mesma carruagem a piscar os olhinhos para ele, um sem fim de maluquices. Uma vez pedi-lhe para abrir uma garrafa de UCAL. Ele abriu e ficou a olhar para minha cara com ar de: ”Esta gaja é parva”... E quando o apanhava no bar? Era ver-me a maquinar uma forma de me sentar na mesa ao lado dele e dizia alto: “Ah e tal, estou a fazer um programa para calcular baixas temperaturas e caracterização magnética”. Tudo isso para ele ouvir. É claro que eu não percebia patavina o que era caracterização magnética mas achava que estava a fazer uma grande figura. Enfim... a típica melga.
O rapaz fugia de mim a 7 pés.
Vieram as férias de verão, os exames que me ocuparam o tempo e quando as aulas começaram achei que o melhor era mesmo desistir. A Filipa fez o mesmo. A Natasha da secretaria é que o fisgou… não sei como.
Há uns meses vi-o no Vasco da Gama. Já não tinha o mesmo encanto de outrora e trazia um rebento pela mão. Quando ele me viu, olhou-me admirado e pela expressão deve ter achado que agora sim valia a pena. Tenho para mim que ele esboçou um "Olá". Eu fiz-me difícil mas apeteceu-me dizer.. too late, babe :)
Então foi assim...
... fui lá a BodyConcept e a senhora disse que sim, que as minhas banhas estavam boas para serem eletrocutadas, pelo que deveria começar os tratamentos.
Explicou-me o funcionamento da clínica e disse que eu devia comprar mais uns tratamentos porque os tais que comprei não iam resultar sozinhos, precisavam de reforços.
Apalpou-me e tal… achei aquilo estranho, mas enfim… Fiquei contente por saber que a minha celulite não é flácida. É consistente e que tinha umas pernas bonitas que com alguns tratamentos ficariam bem.
Disse-me também que eu devia aproveitar porque o tratamento que é mesmo, mesmo, mas mesmo bom para mim é um que custa a módica quantia de 750€ mas que até dia 15 de Setembro estão com uma promoção para lá de Marrakesh e só custam 270€ (acho eu). Eu disse a senhora que para já ia tentar dar cabo da malvada com os choques, a pressão e o fresquinho.
Saí de lá com a agenda de tratamentos a iniciar em Outubro.
Vamos ver como é que vai ser.
Explicou-me o funcionamento da clínica e disse que eu devia comprar mais uns tratamentos porque os tais que comprei não iam resultar sozinhos, precisavam de reforços.
Apalpou-me e tal… achei aquilo estranho, mas enfim… Fiquei contente por saber que a minha celulite não é flácida. É consistente e que tinha umas pernas bonitas que com alguns tratamentos ficariam bem.
Disse-me também que eu devia aproveitar porque o tratamento que é mesmo, mesmo, mas mesmo bom para mim é um que custa a módica quantia de 750€ mas que até dia 15 de Setembro estão com uma promoção para lá de Marrakesh e só custam 270€ (acho eu). Eu disse a senhora que para já ia tentar dar cabo da malvada com os choques, a pressão e o fresquinho.
Saí de lá com a agenda de tratamentos a iniciar em Outubro.
Vamos ver como é que vai ser.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A minha amiga S.
Ela entrou devagarinho na minha vida, pela mão de outro grande amigo meu, o F..
Apresentaram-nos no Verão passado e desde aí aproximamo-nos.
No início achava-a uma fala barato, um bocado mandona e para dizer a verdade sentia que tinha de disputar com ela a amizade do F.
Confesso que fiz queixinhas e refilei por “irmos almoçar sempre onde ela quer”. Resmungava imenso (qual anão da Branca de Neve) quando se atrasavam. Era capaz de fazer sempre o mesmo discurso: “Vocês são sempre a mesma coisa, estou aqui a plantada, pareço uma bananeira”.
Conforme o tempo foi passando, fui aprendendo a gostar dela e dei por mim a sentir falta da companhia quando ela não estava connosco. É verdade que por vezes implicamos uma com a outra, mas logo passa.
Se bem me lembro, começamos a falar de coisas banais: sapatos, roupas e afins… daí até abrir o coração e partilharmos alegrias, tristezas, amores e desamores foi um instante. Sinto-me bem a conversar com ela e digo-lhe coisas que jamais me atreveria a falar com outra pessoa.
Sinto que do outro lado há alguém que me ouve e que tem sempre, mas sempre uma forma positiva de ver as coisas. Faz-me rir, empresta-me o ombro para chorar e esteve comigo num momento muito difícil da minha vida.
A minha amiga S. já passou por muito e já viveu coisas que pensei que já não pudessem existir nos dias de hoje, mas demonstra sempre uma força interior e uma positividade que é difícil de encontrar. Mesmo quando está triste, nunca deixa essa tristeza nos atingir. É sempre com um sorriso aberto e cheia de alegria que ela nos brinda todos os dias. Às vezes por acréscimo vem um: “Como é que está a minha bananeira?”
É uma grande mulher.
Hoje mais uma vez provou como se pode ver o lado positivo de tudo o que nos acontece e como se pode dar a volta sempre por cima.
Obrigada. De coração.
Apresentaram-nos no Verão passado e desde aí aproximamo-nos.
No início achava-a uma fala barato, um bocado mandona e para dizer a verdade sentia que tinha de disputar com ela a amizade do F.
Confesso que fiz queixinhas e refilei por “irmos almoçar sempre onde ela quer”. Resmungava imenso (qual anão da Branca de Neve) quando se atrasavam. Era capaz de fazer sempre o mesmo discurso: “Vocês são sempre a mesma coisa, estou aqui a plantada, pareço uma bananeira”.
Conforme o tempo foi passando, fui aprendendo a gostar dela e dei por mim a sentir falta da companhia quando ela não estava connosco. É verdade que por vezes implicamos uma com a outra, mas logo passa.
Se bem me lembro, começamos a falar de coisas banais: sapatos, roupas e afins… daí até abrir o coração e partilharmos alegrias, tristezas, amores e desamores foi um instante. Sinto-me bem a conversar com ela e digo-lhe coisas que jamais me atreveria a falar com outra pessoa.
Sinto que do outro lado há alguém que me ouve e que tem sempre, mas sempre uma forma positiva de ver as coisas. Faz-me rir, empresta-me o ombro para chorar e esteve comigo num momento muito difícil da minha vida.
A minha amiga S. já passou por muito e já viveu coisas que pensei que já não pudessem existir nos dias de hoje, mas demonstra sempre uma força interior e uma positividade que é difícil de encontrar. Mesmo quando está triste, nunca deixa essa tristeza nos atingir. É sempre com um sorriso aberto e cheia de alegria que ela nos brinda todos os dias. Às vezes por acréscimo vem um: “Como é que está a minha bananeira?”
É uma grande mulher.
Hoje mais uma vez provou como se pode ver o lado positivo de tudo o que nos acontece e como se pode dar a volta sempre por cima.
Obrigada. De coração.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Início do combate
Eu até me considero uma pessoa equilibrada em termos de alimentação. Não me privo de nada, como sempre um bocado de tudo. Não exagero nas quantidades e quando sinto que estou a exagerar, entro num período de controlo. Sempre sem me privar de nada, apenas a controlar.
Também sou cumpridora das idas ao ginásio. Há uns meses ia todos os dias e fazia mais do que uma aula por dia. Mas actualmente não tenho tempo para tanto e por isso criei o objectivo de ir pelo menos 3 vezes por semana. Se conseguir mais vezes, tanto melhor. Para já parece-me muito bom se o conseguir cumprir.
Costumo também besuntar as minhas ricas pernas com o belo do Elancyl, não sou fã do perfume daquilo, mas honestamente noto resultados e portanto concluo que vale a pena.
No entanto, apesar desses cuidados, há sempre alguma celulite nas pernas que teima em não desaparecer.Vai daí aproveitei uma promoção da Body Concept e inscrevi-me em 8 sessões de crioterapia + 8 sessões de drenagem linfática + 8 sessões de ginástica passiva.
A sessão de avaliação corporal é já no próximo dia 7. Vamos ver no que vai dar.
Também sou cumpridora das idas ao ginásio. Há uns meses ia todos os dias e fazia mais do que uma aula por dia. Mas actualmente não tenho tempo para tanto e por isso criei o objectivo de ir pelo menos 3 vezes por semana. Se conseguir mais vezes, tanto melhor. Para já parece-me muito bom se o conseguir cumprir.
Costumo também besuntar as minhas ricas pernas com o belo do Elancyl, não sou fã do perfume daquilo, mas honestamente noto resultados e portanto concluo que vale a pena.
No entanto, apesar desses cuidados, há sempre alguma celulite nas pernas que teima em não desaparecer.Vai daí aproveitei uma promoção da Body Concept e inscrevi-me em 8 sessões de crioterapia + 8 sessões de drenagem linfática + 8 sessões de ginástica passiva.
A sessão de avaliação corporal é já no próximo dia 7. Vamos ver no que vai dar.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
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